Sociedade o quê?
Explicando: assim como os líquidos, nossa sociedade atualmente se caracteriza por ser parecida com eles. Pois é incapaz de manter uma forma qualquer, como os sólidos.
Nesse tipo de sociedade nós percebemos que os interesses se amoldam de acordo com o fato. Ou seja, nossas instituições, nossas referências, estilos de vida, crenças e convicções mudam antes que tenham tempo de se solidificar em costumes, hábitos e verdade "auto-evidente".
Mas por que tudo isso é assim hoje em dia? O que nos fez mudar tanto?
Podemos culpar a mídia em geral por moldar tanto a cabeça do público? Ou melhor, será que só a mídia moldou alguma coisa? Ela moldou mesmo?
Tantas perguntas para uma resposta só: cada um faz o que achar melhor. Mas é certo que costumes são adquiridos com o tempo e se uma sociedade como a nossa cada vez mais se importa com 'modismos' não há costume que prevaleça.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Democracia
E cidadania.
Andam juntas, pois sim.
Imaginemos o mundo 20 anos atrás. Em como nos comunicavamos: por telefone fixo ou cartas.
E agora: cartas, telefone fixo, celulares, email, internet...
Tudo ficou mais fácil para a comunicação atualmente, as novas tecnologias abriram milhares de portas para que todos possam se comunicar de maneira ágil e praticamente sem fronteiras.
É comum ouvir que a revolução digital é democrática.
Muitas pessoas vivenciam isso e discutem com bastante frequência, como é o caso deste blog: http://http://sindromedarevolucaodigital.blogspot.com/2006/05/internet-democrtica.html
Podemos dizer que a internet é democrática sim, pois qualquer um pode escrever ou inserir qualquer coisa na rede, como já disse em outro post. Basta você ter acesso direto a internet.
O que ainda não é democrático é a informação que muitas vezes é dinfundida de maneira errada na rede.
A Web 2.0 foi totalmente disseminada e hoje podemos ver até novelas feitas do início ao fim manualmente e colocadas na rede do Youtube (http://www.youtube.com), assim como concursos feitos somente para vídeos caseiros e com criatividade total do usuário.
É, a revolução digital evolui e a democracia parece acompanhar!
Você concorda com isso?
Andam juntas, pois sim.
Imaginemos o mundo 20 anos atrás. Em como nos comunicavamos: por telefone fixo ou cartas.
E agora: cartas, telefone fixo, celulares, email, internet...
Tudo ficou mais fácil para a comunicação atualmente, as novas tecnologias abriram milhares de portas para que todos possam se comunicar de maneira ágil e praticamente sem fronteiras.
É comum ouvir que a revolução digital é democrática.
Muitas pessoas vivenciam isso e discutem com bastante frequência, como é o caso deste blog: http://http://sindromedarevolucaodigital.blogspot.com/2006/05/internet-democrtica.html
Podemos dizer que a internet é democrática sim, pois qualquer um pode escrever ou inserir qualquer coisa na rede, como já disse em outro post. Basta você ter acesso direto a internet.
O que ainda não é democrático é a informação que muitas vezes é dinfundida de maneira errada na rede.
A Web 2.0 foi totalmente disseminada e hoje podemos ver até novelas feitas do início ao fim manualmente e colocadas na rede do Youtube (http://www.youtube.com), assim como concursos feitos somente para vídeos caseiros e com criatividade total do usuário.
É, a revolução digital evolui e a democracia parece acompanhar!
Você concorda com isso?
Saber distingüir informação certa da errada na internet é um bom começo
É. Qualquer um que pode ter acesso a internet pode se comunicar com o resto do mundo, criar um blog, fotolog, mandar email, dinfundir quaisquer informações a respeito de tudo.
Mas, será que é tão simples assim?
Uma das coisas mais discutidas atualmente nas faculdades e nos meios de comunicação em geral, é o fato de que cada vez mais as pessoas se interessam em expor o que acham ou até mesmo tentar formar opiniões com base nelas mesmas.
A questão é que tanta facilidade também nos deixa sem defesas.
Muitos de nós, leitores, várias vezes não sabemos se a fonte de determinada informação é realmente confiável, ai fica a dúvida: confiar ou não?
O jornalismo na era virtual tende a coisas boas e significantes mas também a riscos constantes.
Entre as coisas boas podemos citar a facilidade para se informar sobre qualquer lugar do mundo em segundos, para se conhecer coisas que antes só fisicamente conseguiria. A agilidade para expor as informações obtidas, para discutí-las em tempo real e para fazer pesquisas muito mais rápidas.
Corremos riscos de não saber o que é verdade e o que é mentira, ficção ou até mesmo notícias deturpadas.
É comum determinado fato ser exposto de diversas maneiras na internet, uma mais cheia de detalhes que a outra, com opiniões fortes, clareza de informações e dados ou fatos inventados propositalmente.
O caso da internet e o jornalismo é justamente esse, tomar cuidado com o que se lê.
Agora como ter esse cuidado o tempo todo?
É uma tarefa difícil e que muitos estudiosos não conseguem achar uma solução, mas a melhor saída ainda é se informar por todos os meios de comunicação que já tem credibilidade e ir conferindo pouco a pouco sites na internet que difundem informação.
Afinal credibilidade se tem com o tempo.
Mas, será que é tão simples assim?
Uma das coisas mais discutidas atualmente nas faculdades e nos meios de comunicação em geral, é o fato de que cada vez mais as pessoas se interessam em expor o que acham ou até mesmo tentar formar opiniões com base nelas mesmas.
A questão é que tanta facilidade também nos deixa sem defesas.
Muitos de nós, leitores, várias vezes não sabemos se a fonte de determinada informação é realmente confiável, ai fica a dúvida: confiar ou não?
O jornalismo na era virtual tende a coisas boas e significantes mas também a riscos constantes.
Entre as coisas boas podemos citar a facilidade para se informar sobre qualquer lugar do mundo em segundos, para se conhecer coisas que antes só fisicamente conseguiria. A agilidade para expor as informações obtidas, para discutí-las em tempo real e para fazer pesquisas muito mais rápidas.
Corremos riscos de não saber o que é verdade e o que é mentira, ficção ou até mesmo notícias deturpadas.
É comum determinado fato ser exposto de diversas maneiras na internet, uma mais cheia de detalhes que a outra, com opiniões fortes, clareza de informações e dados ou fatos inventados propositalmente.
O caso da internet e o jornalismo é justamente esse, tomar cuidado com o que se lê.
Agora como ter esse cuidado o tempo todo?
É uma tarefa difícil e que muitos estudiosos não conseguem achar uma solução, mas a melhor saída ainda é se informar por todos os meios de comunicação que já tem credibilidade e ir conferindo pouco a pouco sites na internet que difundem informação.
Afinal credibilidade se tem com o tempo.
Qual é mesmo a função de um meio de comunicação?
No Brasil, falando em tv aberta, temos SBT, Record, Record News, TV Cultura, Bandeirantes, MTV, TV Gazeta, RedeTV, Canal 21, Rede Vida e Globo. Todas elas formam o que chamamos de "conglomerados midiáticos". Isso só contando com as emissoras de televisão, porque ainda temos as de rádio e jornais impressos, não esquecendo também dos sites na internet.
Falando um pouco de história, quando a tv chegou ao Brasil, Assis Chateaubriand (o fundador da tv brasileira) queria que a TV Tupi abrangesse milhares de lares brasileiros, porque ele havia visto que nos outros países em que ela já participava como meio de comunicação, as informações, entretenimento e o poder que ela exercia eram bastante válidos e 'entravam' com mais facilidade na vida das pessoas.
Prendia e chamava a atenção da mesma forma como o rádio fazia quando foi inventado e difundido. Assim como os jornais impressos que circulavam todas as manhãs com as principais notícias.
Foi com essa base que nosso sistema de televisão nasceu e cresceu. Com o intuito de exercer grande poder sobre seus telespectadores e atrair a todos os públicos, indiferente de classe social.
No passado ela era mais espontânea, por ser transmitida ao vivo corria todos os riscos que correm os atores em um palco de teatro: erros.
Mas era também mais sincera e corria bem perto do que chamamos de 'objetividade jornalística', onde a informação que está sendo passada para o receptor (as pessoas) chega de forma verdadeira.
Hoje, nossos conglomerados midiáticos parecem querer apenas duas coisas: poder e dinheiro.
É claro que ainda existem emissoras, rádios, jornais e sites que tentam passar informações realmente importantes e verdadeiras aos seu público, mas elas já não são mais a maioria como era antes.
O que vemos hoje é uma mistura de baixo entretenimento, jornalismo superficial e muitos fatores duvidosos.
Mas...qual é mesmo a função de um meio de comunicação?
Bom, temos conglomerados midiáticos que poderiam fazer por nós, público, algo que nos movimentasse à informação de prestígio e credibilidade, mas infelizmente poucos ainda acham isso importante.
Falando um pouco de história, quando a tv chegou ao Brasil, Assis Chateaubriand (o fundador da tv brasileira) queria que a TV Tupi abrangesse milhares de lares brasileiros, porque ele havia visto que nos outros países em que ela já participava como meio de comunicação, as informações, entretenimento e o poder que ela exercia eram bastante válidos e 'entravam' com mais facilidade na vida das pessoas.
Prendia e chamava a atenção da mesma forma como o rádio fazia quando foi inventado e difundido. Assim como os jornais impressos que circulavam todas as manhãs com as principais notícias.
Foi com essa base que nosso sistema de televisão nasceu e cresceu. Com o intuito de exercer grande poder sobre seus telespectadores e atrair a todos os públicos, indiferente de classe social.
No passado ela era mais espontânea, por ser transmitida ao vivo corria todos os riscos que correm os atores em um palco de teatro: erros.
Mas era também mais sincera e corria bem perto do que chamamos de 'objetividade jornalística', onde a informação que está sendo passada para o receptor (as pessoas) chega de forma verdadeira.
Hoje, nossos conglomerados midiáticos parecem querer apenas duas coisas: poder e dinheiro.
É claro que ainda existem emissoras, rádios, jornais e sites que tentam passar informações realmente importantes e verdadeiras aos seu público, mas elas já não são mais a maioria como era antes.
O que vemos hoje é uma mistura de baixo entretenimento, jornalismo superficial e muitos fatores duvidosos.
Mas...qual é mesmo a função de um meio de comunicação?
Bom, temos conglomerados midiáticos que poderiam fazer por nós, público, algo que nos movimentasse à informação de prestígio e credibilidade, mas infelizmente poucos ainda acham isso importante.
Mídia é meio
Traduzindo: está no meio, é instrumento, ferramenta.
Entre as novas e velhas mídias, qual você prefere?
Não há como negar que as velhas mídias tinham um olhar diferente sobre tudo o que nos cercava, falavam de uma forma que realmente nos tocasse e fizesse nossa atenção ser toda voltada para o foco em questão.
Nos fazia sentir parte de um meio, mesmo que esse meio fosse distante do que realmente fosse nossa real condição.
Já as novas mídias sempre estão a procura de novos adeptos e por mais que elas façam nos sentir cada vez mais perto e sem fronteiras, há aquela confusão de realidade e mentira.
Qual será o futuro dos jornais impressos? Ou até mesmo do clássico rádio?
O que percebemos é que o rádio já está inserido no meio das novas mídias, utilizando delas para seu próprio crescimento, oferencendo para seus ouvintes mais uma ferramenta para escutá-los em qualquer lugar do mundo, bastando ter uma conexão com a internet.
Já o jornal impresso infelizmente não conseguiu ainda utilizar as novas mídias a seu favor. É comum percebermos que o jornal tenta na verdade 'copiar' a formúla que as novas tecnologias trouxeram. Mas será que adianta?
Surgindo a Web 2.0 que consiste onde cada individuo que tenha internet pode participar livremente da elaboração de textos, vídeos e sons sobre qualquer coisa, para qualquer finalidade. E ela aposta na participação ativa dos usuários comuns.
Tudo isso faz com que a velha mídia não seja mais o principal ator que determina tudo, passando uma grande importância disso para os novos: os internautas.
Agora a questão é a seguinte: algum dia todas as mídias poderão participar do mesmo meio sem ameaçar uma a outra?
Entre as novas e velhas mídias, qual você prefere?
Não há como negar que as velhas mídias tinham um olhar diferente sobre tudo o que nos cercava, falavam de uma forma que realmente nos tocasse e fizesse nossa atenção ser toda voltada para o foco em questão.
Nos fazia sentir parte de um meio, mesmo que esse meio fosse distante do que realmente fosse nossa real condição.
Já as novas mídias sempre estão a procura de novos adeptos e por mais que elas façam nos sentir cada vez mais perto e sem fronteiras, há aquela confusão de realidade e mentira.
Qual será o futuro dos jornais impressos? Ou até mesmo do clássico rádio?
O que percebemos é que o rádio já está inserido no meio das novas mídias, utilizando delas para seu próprio crescimento, oferencendo para seus ouvintes mais uma ferramenta para escutá-los em qualquer lugar do mundo, bastando ter uma conexão com a internet.
Já o jornal impresso infelizmente não conseguiu ainda utilizar as novas mídias a seu favor. É comum percebermos que o jornal tenta na verdade 'copiar' a formúla que as novas tecnologias trouxeram. Mas será que adianta?
Surgindo a Web 2.0 que consiste onde cada individuo que tenha internet pode participar livremente da elaboração de textos, vídeos e sons sobre qualquer coisa, para qualquer finalidade. E ela aposta na participação ativa dos usuários comuns.
Tudo isso faz com que a velha mídia não seja mais o principal ator que determina tudo, passando uma grande importância disso para os novos: os internautas.
Agora a questão é a seguinte: algum dia todas as mídias poderão participar do mesmo meio sem ameaçar uma a outra?
sexta-feira, 11 de abril de 2008
A pergunta de sempre: por que a maioria dos leitores gosta tanto de notícias de crimes.
Na segunda-feira (07/04), no caderno Ilustrada da Folha de São Paulo, o artigo de Nelson Ascher me fez entender por definitivo o por quê da grande maioria dos leitores gostarem tanto de notícias que tenham sangue envolvido.
Vou transcrever o trecho final do artigo, que pra mim resumiu tudo.
" A não ser que se creia que são os meios de comunicação que, oportunistas, manipulam os sentimentos das massas, resta somente concluir que, como o que sucede é contrário, ou seja, são aqueles que, obdecendo às demandas do mercado, fornecem aos consumidores as informações requeridas, então o que se lê nas manchetes reflete fielmente as ansiedades dos leitores.
Estes se interessam e sempre se interessarão por crimes, sem especial hediondos. E não por uma curiosidade macabra, pois o que querem acompanhar, do começo ao fim, é o espetáculo da justiça."
Então, pra quem sempre quis entender um pouco sobre isso, esse ótimo artigo põe questões válidas sobre o assunto.
Concordo. Se você chegar numa banca ou em qualquer outro lugar onde tenham leitores de jornais, e perguntar se gostam de ler notícias sobre crimes e o por quê, é quase unânime que a resposta seja 'porque gostaria de saber se o crimonoso foi preso, se houve justiça...'.
Principalmente entre a camada da população mais humilde, onde é comum circularem jornais mais populares, há uma grande quantidade de notícias a esse respeito(crimes).
E eles se interessam muito. Assim como as classes A e B da população, que tendem a se interessar sobre notícias desse aspecto, por saberem que acontece muito em todos os lugares do mundo e por já terem visto casos solucionados com justiça.
Ou seja, não é exatamente a mídia que impõe esse tipo de notícia para os leitores. Não é apenas a questão da mídia pautar assuntos para discussões, vale lembrar que antes de tudo, se escreve para quem lê. Traduzindo: eu só vou ler o que me interessa e se me interesso por notícias sobre crimes em geral, a mídia irá me oferecer tais matérias.
Vou transcrever o trecho final do artigo, que pra mim resumiu tudo.
" A não ser que se creia que são os meios de comunicação que, oportunistas, manipulam os sentimentos das massas, resta somente concluir que, como o que sucede é contrário, ou seja, são aqueles que, obdecendo às demandas do mercado, fornecem aos consumidores as informações requeridas, então o que se lê nas manchetes reflete fielmente as ansiedades dos leitores.
Estes se interessam e sempre se interessarão por crimes, sem especial hediondos. E não por uma curiosidade macabra, pois o que querem acompanhar, do começo ao fim, é o espetáculo da justiça."
Então, pra quem sempre quis entender um pouco sobre isso, esse ótimo artigo põe questões válidas sobre o assunto.
Concordo. Se você chegar numa banca ou em qualquer outro lugar onde tenham leitores de jornais, e perguntar se gostam de ler notícias sobre crimes e o por quê, é quase unânime que a resposta seja 'porque gostaria de saber se o crimonoso foi preso, se houve justiça...'.
Principalmente entre a camada da população mais humilde, onde é comum circularem jornais mais populares, há uma grande quantidade de notícias a esse respeito(crimes).
E eles se interessam muito. Assim como as classes A e B da população, que tendem a se interessar sobre notícias desse aspecto, por saberem que acontece muito em todos os lugares do mundo e por já terem visto casos solucionados com justiça.
Ou seja, não é exatamente a mídia que impõe esse tipo de notícia para os leitores. Não é apenas a questão da mídia pautar assuntos para discussões, vale lembrar que antes de tudo, se escreve para quem lê. Traduzindo: eu só vou ler o que me interessa e se me interesso por notícias sobre crimes em geral, a mídia irá me oferecer tais matérias.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Interessantíssimo!
Visitando uns fotologs de amigos, me deparei com um post bem interessante.
Principalmente porque falava de como nós, jornalistas, vivemos e nos comportamos.
Leiam, vale a pena!
-----
Contam os alfarrábios que quando Deus liberou para os homens o conhecimento sobre a informação, determinou que aquele 'privilégio' iria ficar restrito a um grupo muito pequeno de pessoas. Mas neste pequeno grupo, onde todos se acham 'semideuses', já havia aquele que iria trair as determinações divinas. Aí aconteceu o pior! Deus, bravo com a traição, resolveu fazer valer alguns dos mandamentos do jornalista:
1) Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.
2) Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.
3) Estarás condenado ao eterno cansaço físico e mental.
4) Terás gastrite, se tiveres sorte. Se fores como a maioria, terásúlcera, pressão alta, princípios de enfarte, estresse e depressão.E, perto de se aposentar, terás câncer.
5) A pressa será tua sombra e tuas refeições principais serão olanche da padaria da esquina, a pizza do pescoção ou uma coxinhacomprada no buteco mais próximo do local onde realizarás asreportagens.
6) Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo; se te sobrarem cabelos.
7) Tua sanidade mental será posta em xeque antes de completares cincoanos de trabalho.
8) Ganharás muito pouco, não terás promoção, não terásperspectiva de melhoria e não receberás elogios de seus superiores eleitores. Porém, as cobranças serão duras, cruéis e implacáveis.
9) Trabalho será teu assunto preferido; talvez o único.
10) A máquina de café será tua melhor colega de trabalho; a cafeína,porém, não fará mais efeito.
11) Os butecos que ficam abertos de madrugada serão tua únicadiversão e somente neles poderás encontrar malucos iguais a ti.
12) Terás pesadelos freqüentes com horários de fechamento, palavrasescritas erradas, reclamações de leitores, matérias intermináveis,processos, gritos ao telefone... E, não raro, isso acontecerá duranteo período de férias.
13) Tuas olheiras e mau humor serão teus troféus de guerra.
14) Por mais que sejas um profissional ético, serás visto na rua comoum canalha.
15) E, apesar de tudo isso, haverá uma legião de ?focas? querendoocupar o seu lugar
16) Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.
17) A pressa será tua amiga e as suas refeições principais serão oslanches, as pizzas e o China in Box.
18) Não verás teu filho crescer.
19) E, o pior: inexplicavelmente gostará de tudo isso.
Principalmente porque falava de como nós, jornalistas, vivemos e nos comportamos.
Leiam, vale a pena!
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Contam os alfarrábios que quando Deus liberou para os homens o conhecimento sobre a informação, determinou que aquele 'privilégio' iria ficar restrito a um grupo muito pequeno de pessoas. Mas neste pequeno grupo, onde todos se acham 'semideuses', já havia aquele que iria trair as determinações divinas. Aí aconteceu o pior! Deus, bravo com a traição, resolveu fazer valer alguns dos mandamentos do jornalista:
1) Não terás vida pessoal, familiar ou sentimental.
2) Não terás feriado, fins de semana ou qualquer outro tipo de folga.
3) Estarás condenado ao eterno cansaço físico e mental.
4) Terás gastrite, se tiveres sorte. Se fores como a maioria, terásúlcera, pressão alta, princípios de enfarte, estresse e depressão.E, perto de se aposentar, terás câncer.
5) A pressa será tua sombra e tuas refeições principais serão olanche da padaria da esquina, a pizza do pescoção ou uma coxinhacomprada no buteco mais próximo do local onde realizarás asreportagens.
6) Teus cabelos ficarão brancos antes do tempo; se te sobrarem cabelos.
7) Tua sanidade mental será posta em xeque antes de completares cincoanos de trabalho.
8) Ganharás muito pouco, não terás promoção, não terásperspectiva de melhoria e não receberás elogios de seus superiores eleitores. Porém, as cobranças serão duras, cruéis e implacáveis.
9) Trabalho será teu assunto preferido; talvez o único.
10) A máquina de café será tua melhor colega de trabalho; a cafeína,porém, não fará mais efeito.
11) Os butecos que ficam abertos de madrugada serão tua únicadiversão e somente neles poderás encontrar malucos iguais a ti.
12) Terás pesadelos freqüentes com horários de fechamento, palavrasescritas erradas, reclamações de leitores, matérias intermináveis,processos, gritos ao telefone... E, não raro, isso acontecerá duranteo período de férias.
13) Tuas olheiras e mau humor serão teus troféus de guerra.
14) Por mais que sejas um profissional ético, serás visto na rua comoum canalha.
15) E, apesar de tudo isso, haverá uma legião de ?focas? querendoocupar o seu lugar
16) Dormir será considerado período de folga, logo, não dormirás.
17) A pressa será tua amiga e as suas refeições principais serão oslanches, as pizzas e o China in Box.
18) Não verás teu filho crescer.
19) E, o pior: inexplicavelmente gostará de tudo isso.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Vingança: do que a imprensa paraense é capaz.
Lúcio Flávio Pinto, um dos jornalistas mais conceituados e polêmicos de Belém do Pará, mantêm uma briga constante com o maior grupo de comunicação do Estado - Organizações Rômulo Maiorana.
A briga não é de hoje e já resultou em troca de tapas e empurrões com um dos diretores das ORM, dentro de um dos restaurantes mais finos da cidade.
O jornalista possui o seu próprio jornal - Jornal Pessoal - onde não mede palavras expor a realidade sob sua própria ótica.
Abaixo, mais um capítulo da guerra entre as duas partes, onde até a Universidade Federal do Pará foi envolvida e recharçada pelo grupo da família Maiorana. Acompanhe a versão de Lúcio.
-------------------------
IMPRENSA PARAENSE
Mais um ataque do grupo Liberal
Por Lúcio Flávio Pinto em 1/4/2008
Reproduzido do Jornal Pessoal nº 414, 1ª quinzena de abril/2008
Os desafetos do grupo Liberal não têm descanso: sempre que podem, os veículos de comunicação da empresa os vergastam. O reitor da Universidade Federal do Pará, Alex Fiúza de Mello, tornou-se um dos alvos permanentes da corporação pelo simples fato de se ter solidarizado comigo, quando da agressão que sofri, e aceitado ser testemunha num dos processos que Ronaldo e Romulo Maiorana Jr. instauraram contra mim, na vã tentativa de inverter os pólos da ação (eu, de vítima da agressão, passaria a réu das ofensas morais).
Nos ataques, o grupo Liberal não se deixa sensibilizar pela circunstância de que o professor concursado, doutor em ciência política, dirige a maior instituição de ensino superior do estado e da Amazônia, a segunda do país em número de alunos. Na obsessão de investir pessoalmente contra a pessoa que ousou não se sujeitar aos caprichos dos Maiorana, o grupo ofende a instituição acadêmica. Foi o que se repetiu na edição de O Liberal de domingo (23/3).
A Fadesp, fundação de pesquisa vinculada à UFPA, foi para a manchete do jornal, acusada de malversação de recursos, com base em denúncias feitas pela presidente da associação dos docentes, a Adufpa, Vera Jacob. Aparentando cumprir sua obrigação de ouvir a outra parte, o jornal publicou a contestação do presidente da fundação, João Guerreiro. Mas no pé da matéria, sem inclusão na manchete, que trombeteou apenas a acusação, dando-lhe a maior parte do espaço, justamente a mais nobre.
Motivo oculto
Na análise do dito e do contradito, fica claro que as acusações, de contratação sem licitação e outras irregularidades mais, não se sustentam, não estão provadas. Era preciso buscar novas provas, tarefa à qual O Liberal não se sujeitou. Preferiu simplesmente anexar a defesa, em tamanho menor e sem destaque, ao ataque, privilegiado pela edição, que o incorporou. O leitor que vá atrás da verdade, se quiser.
A reitoria da UFPA reagiu no dia seguinte com uma nota oficial, na qual ressalta o que qualquer leitor medianamente preparado terá concluído: de que, mais uma vez, a reportagem foi apenas um pretexto para que o desafeto do grupo Liberal pague pelo que fez, não o que está dito na matéria, mas o que está oculto nos propósitos da empresa, que ela escamoteia do distinto público: sua vingança. A nota não foi publicada pelo jornal, que albergou longa carta da assessoria de imprensa da Adufpa, retificando grande parte das informações atribuídas por O Liberal à presidente da entidade. A entrevista de Vera Jacob, sobre tão grave assunto, foi dada por telefone. A esse tipo de contato se limitou a reportagem do jornal.
Certamente há o que denunciar e criticar tanto na UFPA quanto na Fadesp. Mas quando o propósito verdadeiro está oculto, tudo o mais passa a ser secundário, circunstancial. Inclusive a verdade. Que só aparece nos veículos do grupo Liberal como propaganda – enganosa, é claro.
Humor
O jornalista Raymundo Mário Sobral morreu. Não na vida real, felizmente, para alívio dos seus muitos amigos e admiradores. Mas para o registro do grupo Liberal, no qual trabalhou por bastante tempo, no Amazônia. Como certamente tinha expectativa de manter uma relação profissional com o jornal número dois da corporação, Sobral se frustrou nessa experiência, compulsoriamente risonha e franca, e passou para o rival, o Diário do Pará, onde agora publica sua coluna de humor e amenidades.
A atitude é normal e rotineira em qualquer setor. Mas é encarada como pecaminosa na antiga casa. A pena para esse cometimento é a morte em vida, decretada sumariamente, sem apelo. Provavelmente por isso, matérias divulgadas nos veículos do grupo Liberal sobre o Salão de Humor da Amazônia omitiram a informação de que Sobral, agora um herege, é um dos dois homenageados no evento, junto com o médico Camilo Vianna.
Na página na qual uma longa matéria suprimiu o nome de Sobral, O Liberal abrigou uma bem posta crítica de Paulo Emmanuel à fraca presença de artistas paraenses nessa mostra, iniciada em 25/3: apenas três, num total de 92 que foram selecionados, 30 do Brasil e 62 do exterior. Os cartunistas e humoristas locais costumam ser acomodados e até relapsos, o que talvez explique a baixa participação. Cabia aos organizadores, porém, vencer a inércia e o relaxamento dos nossos artistas e buscá-los à base do arreio curto. A qualidade de alguns deles, especialmente ao enfrentar o tema do salão, fazia por merecer essa iniciativa. Sua ausência é tão evidente que provocou a reação de um de Paulo. Justa.
Fonte: Observatório da Imprensa
A briga não é de hoje e já resultou em troca de tapas e empurrões com um dos diretores das ORM, dentro de um dos restaurantes mais finos da cidade.
O jornalista possui o seu próprio jornal - Jornal Pessoal - onde não mede palavras expor a realidade sob sua própria ótica.
Abaixo, mais um capítulo da guerra entre as duas partes, onde até a Universidade Federal do Pará foi envolvida e recharçada pelo grupo da família Maiorana. Acompanhe a versão de Lúcio.
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IMPRENSA PARAENSE
Mais um ataque do grupo Liberal
Por Lúcio Flávio Pinto em 1/4/2008
Reproduzido do Jornal Pessoal nº 414, 1ª quinzena de abril/2008
Os desafetos do grupo Liberal não têm descanso: sempre que podem, os veículos de comunicação da empresa os vergastam. O reitor da Universidade Federal do Pará, Alex Fiúza de Mello, tornou-se um dos alvos permanentes da corporação pelo simples fato de se ter solidarizado comigo, quando da agressão que sofri, e aceitado ser testemunha num dos processos que Ronaldo e Romulo Maiorana Jr. instauraram contra mim, na vã tentativa de inverter os pólos da ação (eu, de vítima da agressão, passaria a réu das ofensas morais).
Nos ataques, o grupo Liberal não se deixa sensibilizar pela circunstância de que o professor concursado, doutor em ciência política, dirige a maior instituição de ensino superior do estado e da Amazônia, a segunda do país em número de alunos. Na obsessão de investir pessoalmente contra a pessoa que ousou não se sujeitar aos caprichos dos Maiorana, o grupo ofende a instituição acadêmica. Foi o que se repetiu na edição de O Liberal de domingo (23/3).
A Fadesp, fundação de pesquisa vinculada à UFPA, foi para a manchete do jornal, acusada de malversação de recursos, com base em denúncias feitas pela presidente da associação dos docentes, a Adufpa, Vera Jacob. Aparentando cumprir sua obrigação de ouvir a outra parte, o jornal publicou a contestação do presidente da fundação, João Guerreiro. Mas no pé da matéria, sem inclusão na manchete, que trombeteou apenas a acusação, dando-lhe a maior parte do espaço, justamente a mais nobre.
Motivo oculto
Na análise do dito e do contradito, fica claro que as acusações, de contratação sem licitação e outras irregularidades mais, não se sustentam, não estão provadas. Era preciso buscar novas provas, tarefa à qual O Liberal não se sujeitou. Preferiu simplesmente anexar a defesa, em tamanho menor e sem destaque, ao ataque, privilegiado pela edição, que o incorporou. O leitor que vá atrás da verdade, se quiser.
A reitoria da UFPA reagiu no dia seguinte com uma nota oficial, na qual ressalta o que qualquer leitor medianamente preparado terá concluído: de que, mais uma vez, a reportagem foi apenas um pretexto para que o desafeto do grupo Liberal pague pelo que fez, não o que está dito na matéria, mas o que está oculto nos propósitos da empresa, que ela escamoteia do distinto público: sua vingança. A nota não foi publicada pelo jornal, que albergou longa carta da assessoria de imprensa da Adufpa, retificando grande parte das informações atribuídas por O Liberal à presidente da entidade. A entrevista de Vera Jacob, sobre tão grave assunto, foi dada por telefone. A esse tipo de contato se limitou a reportagem do jornal.
Certamente há o que denunciar e criticar tanto na UFPA quanto na Fadesp. Mas quando o propósito verdadeiro está oculto, tudo o mais passa a ser secundário, circunstancial. Inclusive a verdade. Que só aparece nos veículos do grupo Liberal como propaganda – enganosa, é claro.
Humor
O jornalista Raymundo Mário Sobral morreu. Não na vida real, felizmente, para alívio dos seus muitos amigos e admiradores. Mas para o registro do grupo Liberal, no qual trabalhou por bastante tempo, no Amazônia. Como certamente tinha expectativa de manter uma relação profissional com o jornal número dois da corporação, Sobral se frustrou nessa experiência, compulsoriamente risonha e franca, e passou para o rival, o Diário do Pará, onde agora publica sua coluna de humor e amenidades.
A atitude é normal e rotineira em qualquer setor. Mas é encarada como pecaminosa na antiga casa. A pena para esse cometimento é a morte em vida, decretada sumariamente, sem apelo. Provavelmente por isso, matérias divulgadas nos veículos do grupo Liberal sobre o Salão de Humor da Amazônia omitiram a informação de que Sobral, agora um herege, é um dos dois homenageados no evento, junto com o médico Camilo Vianna.
Na página na qual uma longa matéria suprimiu o nome de Sobral, O Liberal abrigou uma bem posta crítica de Paulo Emmanuel à fraca presença de artistas paraenses nessa mostra, iniciada em 25/3: apenas três, num total de 92 que foram selecionados, 30 do Brasil e 62 do exterior. Os cartunistas e humoristas locais costumam ser acomodados e até relapsos, o que talvez explique a baixa participação. Cabia aos organizadores, porém, vencer a inércia e o relaxamento dos nossos artistas e buscá-los à base do arreio curto. A qualidade de alguns deles, especialmente ao enfrentar o tema do salão, fazia por merecer essa iniciativa. Sua ausência é tão evidente que provocou a reação de um de Paulo. Justa.
Fonte: Observatório da Imprensa
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